Estes
são apenas alguns dos Resultados/Testemunhos. Devido ao fato de muitas
das pessoas não se quererem expor diretamente ou não terem acesso a
computadores, são na maior parte
transcritos com a autorização dessas pessoas utilizando de nomes
diferentes.
No entanto em
caso de necessidade de conhecer mais detalhes sobre os casos, fico à
disposição para contatar as pessoas que testemunharam ou tiveram o
resultado para saber da possibilidade dum contato. Se não for
possível eu mesmo ficarei à disposição para dar qualquer esclarecimento
que seja necessário.
Em alguns casos sou eu mesmo que descrevo
sumáriamente as situações para que o leitor tenha conhecimento das
possibilidades das PTI e, eventualmente se possa espelhar nalgum desses
casos.
Os testemunhos mais antigos foram retirado do antigo Fórum. Grato pela compreensão!
A D. S. que atendo on-line colocou-me a questão
da intolerância a certos alimentos, nomeadamente alface, e verduras de
folhas verdes. Dizia que lhe provocavam inchaço abdominal, às vezes dor
de cabeça e tinha fermentações intestinais, que ocasionavam muitos
gases. Decidiu deixar de comer esses alimentos há mais de um ano.
Propus-lhe começar com um programa para a alface e verduras de folhas
verdes. Após duas semanas e meia fez a primeira experiência, comendo uma
folhas de alface ao almoço, sem ter tido depois qualquer reação
adversa. Passou a tarde muito bem e a partir desse dia integrou esses
alimentos na sua rotina diária.
A D. V. mãe do J. de 9 anos contatou-me
desesperada, queixando-se que o filho urinava na cama há muito tempo e
já não sabi ao que fazer. Sempre o ameaçava toda a noite antes de se
deitar, se urinares de novo.... Est ciclo parecia não ter fim. Vive
separada do pai das criança, fazendo, como muitas mulheres hoje,o papel
de mãe e de pai. Questionou-me sobre as causas e o que deveria fazer.
Apenas lhe disse que íriamos trabalhar a relação da criança com os pais e
o medo e pânico de urinar na cama. Começámos a limpar a experi~encia
intra-uterina e os medos e pânicos, deixando a figura do pai para mais
tarde. No final disse-lhe para deixar ele urinar à vontade sem o
reprimir castigar. Encontrei-a na véspera da segunda sessão presencial
quando me disse: nas últimas três noites não urinou... e comentou deixei
de o castigar também mas o sr. sabe, lá em casa a nossa mãe até nos
fazia cheirar os lençois no dia seguinte.... Continuo a terapia mais uns dias para garantir a estabilidade do caso e harmonizar também a relação com o pai.
Há uns tempos atrás fui contatado pelo V. que é
terapeuta ea ntigo prefeito de uma cidade do sul do Brasil. Entre outras
coisas queixou-se de que não tinha clientes no seu consultório e que
precisava de trabalhar para poder viver. Coneçámos um trabalho fazendo uma sessão on-line por semana e ele diáriamente fazendo o resto do trabalho. Entretanto
começaram a surgir-lhe oportunidades de trabalho em concelhos vizinhos e
hoje quase nem temtempo para fazer as sessões comigo para resolver o
resto do seu caso. Diáriamente começa de manhã pelas 7 horas e
termina já tarde na noite alémde que dois tres dias por semana vai
atender em concelhos limítrofes.
Tive dor na garganta, na verdade nas amigdalas desde pequena, nao podia tomar nada gelado pois, se assim fizesse , logo sentia as amigdalas ficarem inchadas e muito doloridas. Tomei muito antibiotico e antiiflamatorio. Apos alguns meses de tratamento com Fernando, comecei aos poucos a tomar agua gelada, sorvete, e percebi que as amigdalas nao inchavam mais. Já estou ha quase um ano, apos o fim do tratamento, sem ter nenhuma crise de dor. Obrigada.
Fui contatado pelo advogado Dr. LS, residente no
sul do Brasil, há algumas semanas com uma questão que me foi colocada
pela primeira vez. Fernando tenho muitos clientes mas o meu rendimento
com esses clientes é muito baixo. Gostaria de ter clientes melhores e
maiores. Bom vamos a isso propus. Começámos as sessões On-line
e uma das coisas que me chamou a atenção desde o primeiro dia foi que o
Dr. disse de imediato que se era assim como lhe falava, então ia
levantar-se todos os dias às 5 da manhã para fazeros processos. Ao
fim de alguns dias comentava que eu não me ia ver livre dele tão
depressa e, agora diz-me que não tem tempo para fazer as sessões comigo
por causa do sucesso que está a ter ( na verdade nem precisa mais!!!). Dos clientes pequenos passou para clientes de outra dimensão envolvendo verbas bem maiores. Já
teve que colocar mais funcionários no escritório, aos quais dá um
percentualdos lucros. Num dos dias falou-me com sinceridade que gostaria
que os funcionários dele ganhássem muito dinheiro!!!
O Sr. H. procurou-me porque entre outras coisas
se queixava de diabetes e úlcera venosa na perna direita. Veio
recomendado por outra pessoa que tinha utilizado a PTH com sucesso.
Desde o início confiou no que lhe foi proposto e dedicou-se de alma e
coração fazendo os processos adequados em todos os momentos que tinha
livres. O pedido era no mínimo uma hora diária mas o Sr. H devido à sua
vontade e sobretudo à necessidade fazia várias horas diárias de PTH em
auto terapia. A úlcera desapareceu ao fim de poucos dias e a diabetes ao
fim de algumas semansa foi com admiração que constatou também ter
desaparecido. Já se passou bastante tempo do sucedido e a vida dele
mantêm-se estávele equilibrada tendo feito vários testes e nada de
diabetes!!!
A I.... está a ser acompanhada em algumas
questões da sua vida particular e numa das sessões apresentou-se muito
preocupada porque tinha que viajar sózinha no espaço de três dias para
uma localidade a mais de 100 kms de sua casa. Ia fazer uma reunião de
negócios. Estava habituada a dirigir apenas na presença do marido ou de
um dos filhos. Fiz uma sessão com ela e recomendei que fizesse mais algumas até ao dia da viagem. Quando
voltou na sessão da semana seguinte estava feliz e radiante porque
tinha viajado sózinha, tendo regressado à noite com chuva, sem qualquer
dificuldade. A reunião nem se realizou or falta da maioria das pessoas mas mesmo assim tinha valido pela experiência de dirigir.
A D. C. professora e vice-reitora de uma escola,
assistida pela internet via MSN relatou-me que tinha dores
insuportáveis em ambos os braços e cotovelos, sendo o lado direito o
pior. Foi diagnosticada há alguns anos com tendinite e bursite. Estava
desanimada porque não havia nada a fazer a não ser tomar medicamentos e
restrição de alguns alimentos.
Em menos de duas semanas, após uma
sessão via net comigo e mais algumas sessões sózinha em sua própria
casa relatou-me, feliz, que as dores tinham desaparecido completamente e
a mobilidade dos braços tinha sido recuperada!
O L. tem 15 anos e tem o sonho de ser
futebolista profissional. Os pais estão separados e ele vive com a mãe e
uma irmã. O pai vive longe e só o tem contato com ele esporádicamente. Já
esteve uma vez fora de casa a treinar num outro clube mas as saudades
eram tantas que algumas somatizações começaram logo no primeiro dia.
Resultado: teve que voltar para casa. Agora tem receio de voltar a sair
(foi convidado para ir treinar num clube de outra cidade distante, em
Janeiro de 2011). Todos os dias faz os seus treinamentos mas até há 3
semanas sofria de bronquite asmática. Já tinha tentado de tudo,até fez
muitos tratamentos caros, como a mãe me dizia anteontem mas, o problema
continuava. No primeiro dia veio com a mãe para saber como era a
terapia. Gostou muito e disse que a partir daí viria sózinho e iria
fazer todos os programas recomendados. Na segunda sessão, uma semana
depois, disse que não tinha tido nenhum ataque nessa semana e que tinha
passado bem. Quando veio para a terceira sessão voltou a confirmar que
não tinha sentido nenhuma dificuldade com a respiração durante a semana e
que o treinamento continuava muito bem. Embora os sintomas
aparentemente já tenham desaparecido vamos fazer ainda mais algmas
sessões para trabalhar a questão da saudade, do medo de sair e do seu
relacionamento com os pais.
A D. que sofria de amigdalite crónica desde
criança acabou de ter alta esta semana. Depois de alguns meses de
terapia para harmonizar a sua vida em geral acabou também, finalmente,
por resolver a amigdalite de que padecia há tanto tempo. Bem
desanimada por já ter tentado de tudo para resolver essa situação, ficou
feliz quando, no inicio desta semana, experimentou tomar bebidas
geladas, comer sorvete etc., e verificou que as amigdalas permaneciam
intactas sem inflamar!!!! O processo demorou mais tempo porque
inicalmente foi feito com a garganta. Quando mudámos as frases,
utilizando as amigdalas no lugar da garganta, forma menos de 15 dias até
o problema desaparecer.
O W. vistou-me há cerca de um mês relatando
dificuldades no estudo. Estas dificuldades tinham aumentado a partir do
momento em que os pais começaram a querer se separar, há um ano atrás. Fez
uma primeira sessão sobre o estudo e foi-lhe passado um programa para
fazer em casa, relacionado com o mesmo estudo e, outro para trabalhar o
relacionamento com os pais. Esta semana quando me visitou o W. disse
que, tinha feito testes e que, tinha sido apenas o aluno com melhores
resultados na escola no que diz respeito às Ciências exatas - Matemática
e Física. Melhorou também em disciplinas como História onde
habitualmente tinha resultados muito fracos. Fez 3 sessões comigo e o
resto das sessões foram feitas sózinho em sua casa. W. continua agora o programa para integrar a relação com os pais.
Eu estava com um problema no ouvido direito,
sentia muita dor e tontura, foi feito a Tomografia Computadorizada dos
Ouvidos no dia 24/04/2009 e foi dado o diagnóstico: Otomastoidite
Crônica e em Atividade à Direita. O Médico informou que tinha que
fazer cirurgia urgente, pois a infecção estava em atividade e poderia ir
para o célebro, mas em Cascavel não fazem só em Curitiba. A dor éra
grande, latejava muito a cabeça e não tinha rémedio para acalmar a
infecção que é dentro do osso, tudo dependia da minha decisão, que éra
contra a cirurgia. No dia 01/05/2009 minha prima marcou as 14:30hs com o Fernando. Graças a Deus, ao Fernado e a minha prima hoje estou otima. A cura deu-se ao fim de cerca de 3 meses de terapia diária, intervalada com sessões semanais, presenciais. Esta
situação já se arrastava há alguns anos e já tinha visitado alguns
outros médicos antes quando a situação ainda não era tão grave.
Mensagem manuscrita enviada pela Amélia para publicação neste Fórum.
Sou Amélia e gostaria de relatar uma história linda de transformação de vida que aconteceu com minha família.
Minha
adolescência foi tranqüila e feliz, na minha adolescência tornei-me uma
criatura tímida, na juventude vivia triste e sozinha, as pessoas
pareciam tão grandes. Conheci rapazes mas nada sério.
Casei-me
com 24 anos, achei aquele que era para mim o homem ideal, determinado,
correto, nove anos mais velho do que eu. Era mecânico de máquinas
agrícolas no Rio Grande do Sul. Três anos depois viemos ao Paraná,
trazendo conosco uma filha já com dois anos. Eu já havia sofrido um
aborto. Meu marido já era uma pessoa rancorosa e amargurada, quando
soube da terceira gravidez, ficou furioso, assim como primeiro aborto o
segundo também era “abortamento retido”. Fiquei traumatizada, triste e
por morar longe dos meus pais não tinha com quem desabafar. Uma nova
gravidez, um tratamento antiabortivo, o problema era do meu marido que,
relutante se tratou e nasceu o segundo filho. Quatro anos mais tarde o
terceiro e dois anos depois chegou o quarto filho.
Passei o tempo
todo dedicando atenção e cuidados aos meus filhos e marido. Não tinha
vida social, praticamente alienada, só fazia o que ele mandava. Sem
vontade própria, deprimida angustiada. Lembro que na época da troca de
moeda, quando circulavam diferentes tipos, algumas muito desvalorizadas,
fui fazer compras para festa de aniversário do caçula. Quase morri de
vergonha, com o dinheiro só consegui comprar os balões. Só então percebi
como estava desatualizada.
Mas resumindo, os filhos cresceram, a
escola, catequese e a educação eram por minha conta. Ele trabalhava
muito e qualquer coisa que o atrapalhava resolvia no grito. Um pai
ausente. Eu comecei a ter muito medo dele e os filhos também. A filha
tornou-se adolescente, procurou trabalho, o pai não autorizou e com
dezesseis anos engravidou, eu passei por um processo de negação, tinha
com ela um bom relacionamento, mas fui a última a saber. Se o pai já era
revoltado, piorou muito. O filho mais velho se tornou usuário de drogas
e meu sofrimento só aumentava. Para entendê-lo e ajudá-lo comecei com
ele a estudar à noite, foi horrível eu ver as coisas, não poder fazer
nada e nem contar ao pai. Tomei coragem e fiz tudo ao mesmo tempo, falei
ao pai, denunciei à polícia, pois usavam a minha casa para distribuir.
Levei o filho para falar com um médico, um advogado e fizemos um
tratamento psicológico, toda família. O filho ficou muito envergonhado e
resolveu sair pelo mundo afora sem rumo, parou na Bahia. O meu
sofrimento só aumentava porque não sabia qual o grau da dependência.
Três anos depois o segundo filho muito centrado nos negócios decidiu
compara terrenos no Tocantins e os mil e duzentos alqueires só lhe davam
o direito de posse, começou a plantar e por não ter licença ambiental
foi multado. O pai deles continuava sempre mais furioso e eu mais triste
e angustiada. Desenvolvi doenças psicossomáticas, quedas
prejudicaram a coluna, coices de vaca provocaram problemas
circulatórios. Comecei o meu calvário de um ortopedista a outro, muitas
cirurgias, exames, internações, indicações de outras cirurgias. O filho
mais novo me acompanhava em tudo. Meu marido me ignorava há oito anos.
Comecei
a me questionar, o que fazer para mudar esse sofrimento, a situação.
Seria possível mudar o marido? Você casou tem que agüentar! Quem tem de
mudar é você! Manda ele embora e pede indenização pelo sofrimento que
causou. Busquei respostas em diversas crenças, quando já não agüentava
mais e me preparava para participar de um seminário em um outro estado,
aconteceu uma coisa estranha, eu bati ou melhor voei contra uma porta de
vidro. Na hora não entendi nada. Voltando do seminário com o Ego
inflado passei um mês como se estivesse entorpecida, fui orientada a
largar tudo, exigir minha parte e trabalhar curando pessoas, pois
deveria desenvolver mais esses dons e ganhar muito dinheiro. Isso me
assustou!
Como eu poderia ajudar os outros, se não conseguia
resolver os meus problemas em casa. Começou um questionamento, eu comigo
mesma, procurando respostas encontrei uma amiga que me falou de um
método diferente de tudo o que ela já conheceu e segundo ela deu certo.
Confesso
que quando tive o primeiro contato com a (PTI) terapia me assustei
porque mexeu nas feridas que aparentemente estavam cicatrizadas mas
quanto mais sessões eram feitas, mais forte eu ficava. Comecei a sentir
muita confiança no terapeuta, pois sua orientação deixava eu mesma ser a
dona da mudança real que acontecia num plano mais elevado.
Tudo
ficou muito claro para mim, consciente teria que voltar lá aonde tudo
aconteceu, voltar tantas vezes quantas fosse necessário até não sofrer
mais. O veneno em pequenas porções é antídoto. Deu certo para mim.
Comecei
então a fazer para meu marido sem ele saber, a transformação era
visível, mas eu tinha trabalho duro e penoso pela frente. A opressão, a
dominação que ele sentia foi limpa, tirada, nem que para isso tive que
passar mal a ponto de querer desistir. Lá estava o terapeuta estendendo a
sua mão, encorajando, mostrando que é possível.
Ao Fernando,
terapeuta interpessoal, meu querido amigo que me deu as ferramentas para
eu mesma ser a construtora dessa transformação, toda a gratidão do
mundo, que Deus o ilumine, guie para assim continuar ajudando muitas
pessoas.
Entendo hoje que mesmo sem eu o conhecer ou o senhor me
conhecer, aquela voada contra a porta de vidro do seu consultório foi um
“acorda, acorda”...
Foi como um parto para o que “realmente
interessa”, descobrindo o véu tênue entre as coisas visíveis e
invisíveis, anda Deus nos acolhe mostrando o caminho.
Obs.: Hoje,
posso olhar para meu marido e dizer o que penso, sem mágoa ou rancor.
Não sei se vamos continuar juntos, ele terá que me conquistar novamente.
Tenho por ele um grande afeto, sua alma é linda!
O S. recomendado por outra pessoa decidiu ir fazer umas sessões de terapia. Inicialmente
falou nalguns problemas que gostaria de resolver na sua vida e, apenas
depois de algumas sessões e ter alguma confiança comigo me falou que ás
vezes tinha que sair de casa, só para ir comprar um Cd, um livro ou uma
revista, como exemplos para depois voltar a casa, não utilizando muitas
vezes, o que acabara de comprar. Felizmente tinha possibilidade de
adquirindo todas aquelas coisas mas dentro dele existia uma frustração,
um vazio e um sentimento de impotência perante tal compulsão. Inicialmente
trabalhámos os sentimentos que o S. tinha relacionados com a compulsão e
de seguida a compulsão em si bem como a ansiedade que resultaria de uma
eventual não resposta à mesma. Foram umas semanas de trabalho
intenso da sua parte mas, hoje o S. está grato porter conhecido a PTI
tendo resolvido entre outros a sua compulsão para compras.
A C. é estudante numa das melhores faculdades fa cidade, porém não conseguia dormir sózinha. Fez
três sessões de terapia (1 por semana) dizendo que estava na mesma, na
segunda e terceira sessão. No quarto dia como ainda continuava na mesma,
disse-lhe que seria melhor terminarmos porque não a poderia ajudar -
não era habitual demorar tanto tempo a resolver uma questão dessas.
Havia duas possibilidades ou eu não a estava a orientar bem ou ela não
estaria a fazer o que lhe era solicitado - 1 hora de terapia diária,
como mínimo. Agradeceu e saíu. Passado 2 semanas ligou dizendo que queria marcar uma nova sessão. Foi
à sessão, agradeceu as palavras que lhe haviam sido ditas duas semanas
atrás e disse que tinha começado a dormir três dias depois. Só não
telefonou de imediato para ver se continuaria a dormir, o que aconteceu.
Acrescentou ainda o motivo porque a terapia não tinha funcionado antes:
O sr. tinha-me dito para fazer terapia, no mínimo uma hora por dia e,
eu fazia 10 a 15 minutos de vez em quando........
Através de poucas palavras, quero agradecer o sucesso que foi o processo feito com a minha mãe.
Minha
mãe I. sempre foi problematica, tinha uma mania de gastar, e só estava
tudo bem ela se as coisas tivessem de acordo como ela queria, através da
minha prima foi levado ela para fazer terapia PTI dai melhorou a casa
dela éra uma Farmacia de tanto medicamento que tomava, foram cortados a
maioria dos remédias e estava bem, até que fez mais umas dividas e veio
pedir a nossa ajuda, como já fazia anos que nós pagava , e ela prometia
que não ia fazer, em novembro/2009 fez mais falamos que não ia ajudar
ela a pagar ficou depresiva. Não quis mais fazer as Terapia, não se
alimentava perdeu mais de 30 kilos, só queria dormir usava fraldas,
dependia de nós para tudo, eu achei que ela com 72 anos não ia conseguir
sair dessa, até que minha prima M. falou R. vai você la fazer a terapia PTI, e fala com o F. se você pode fazer as terapia para a Tia, fui e
foi um sucesso com três terapia a minha mãe já estava recuperada. Hoje
ela não toma nem um tipo de Remédio, dorme e se alimenta bem, anda por
tudo sem problema, levo ela a fazer caminhadas coisa que ela nunca fez.
Agradeço do fundo do meu coração à PTI e ao F. pelo seu desempenho,
em aceitar que eu ajudasse a minha mãe, se fosse falar tudo ficaria o
dia todo escrevendo, mas o F. sabe da grande Vitóra. Grata R.
A mãe do G, desesperada e sem saber o que fazer,
trouxe o filho de 16 anos, porque tinha ataques de medo e pãnico,
sobretudo de morrer, durante o dia e à noite antes de dormir, quando a
situação normalmente piorava. Deixou de ir na escola porque nunca sabia
quando o próximo ataque ia surgir, o que lhe estava a causar desânimo
além de o deixar também muito triste. Tinha ido no psiquiatra que lhe
tinha recomendado medicamentos de faixa preta. Conversámos sobre o
tema, recomendei-lhe fazer dois processos e marquei uma sessão para a
semana seguinte. Os processos foram os seguintes: G recorda medo e pânico entrarem e restantes instruções e, G recorda, medo, pânico, tristeza, angústia, morte e desânimo. A
mãe telefonou-me passados 7 dias a dizer que o filho tem feito todos os
dias 1 hora de sessão, como recomendado e que nunca mais teve nenhum
ataque, tem estado muito bem, tendo inclusivamente voltado à escola. Não
quer voltar mais às sessões .....
A Senhora E. minha cliente há algum tempo, tinha
que ir viajar dentro de dias para Macau quando se lembrou de me
perguntar se a podia ajudar porque, sentia medo e pânico de entrar no
avião e voar. Já tinha voado muitas vezes mas, últimamente nem queria
mais porque era insuportável o que sentia. Propus-lhe repetir umas frases até ao dia em fosse voar: Pedi-lhe
para repetir cada uma destas frases dez vezes, voltando ao início
sempre que chegue na última, durante no mínimo uma hora ate ao dia do
voo. Voltou há pouco mais de quinze dias, bem feliz porque tinha sido
tudo maravilhoso, a viagem, as férias etc. Entretanto já agendou mais
uns dias de férias para Agosto porque agora já podia voar ....!!!!!
Há cerca de três semanas no intervalo entre dois
atendimentos, estava na sala de espera para ser atendida por outro
profissional, a mãe de um meu cliente. Quando vim à porta da minha
sala ela interpelou-me dizendo que era a mãe do R e que o seu nome era
A. Disse-me que estava satisfeita com a evolução do caso do filho e que
entretanto ia ser operada às supra-renais por causa de um tumor que
tinha sido detetado. Perguntou-me a minha opinião sobre o seu problema. Questionei-a
sobre a data e respondeu-me que seria dentro de aproximadamente 10
dias. Perguntei-lhe de seguida se já tinha sido submetida a outras
cirurgias e anestesias e disse-me que já tinha feito várias. Disse-me
que estava apreensiva, afinal já estava farta de anestesias, e era uma
cirurgia delicada mas que não havia outra coisa a fazer. Finalmente
disse-lhe que talvez ela ainda pudesse fazer alguma coisa para que tudo
fosse dar certo e que assim poderia também ficar mais tranquila. Ficou
mais animada e perguntou-me o que poderia fazer. Pode fazer várias
coisas mas vou-lhe propor para repetir 10 frases relacionadas com a anestesia e o sono hipnótico até ao dia da
cirurgia: Repita
cada frase por 10 vezes e volte ao início durante uma hora no mínimo e
apenas termine quando se sentir bem. Pode vir a sentir diversas coisas
durante o processo mas tudo o que iniciará irá desaparecer com o
próprio processo. Em caso de dúvidas poderá sempre entrar em contato
comigo. Sentiu-se apoiada e disse que ia fazer. Estive fora seis
dias e quando regressei no início desta semana e atendi o filho ele
disse-me que a cirurgia da mãe tinha corrido muito bem, tinha sido de
manhã, tinha durado quase cinco horas e que no final do dia a mãe já
estava de pé. Os médicos achavam tudo muito estranho porque os exames
que foram feitos posteriormente estavam óptimos como se nada tivesse
acontecido, como era possível? O principal é que a mãe estava óptima e
me viria visitar em breve.
Há uma semana atrás recebi uma chamada desesperada da L. durante a noite. A
minha filha (com 16 meses) está com uma febre elevadíssima e não sei o
que fazer pois já fui ao médico várias vezes e ela continua com a febre
alta apesar de estar a tomar vários medicamentos há 8 dias. Orientei-a
no sentido de fazer o processo ....... (nome da filha) recorda calor e
fogo entrarem na cabeça, etc incluindo todos os quatro passo básicos
durante no mínimo uma hora. Fazer se possível mais de uma vez por dia e
durante alguns dias até resolver a situação. Feliz, a L. entrou hoje na sala e disse: "Como
é possível estar a dar tanta coisa à minha filha durante 8 dias sem
acontecer nada e depois apenas uma hora de terapia e tudo mudou!!!!
naquela noite já dormiu bem sem interrupção e depois desse dia fiz mais 3
sessões nos dias seguintes e ficou ótima. Acredito cada vez mais nesta terapia!"
A G. entrou na sala, chegada do hospital, onde estava internada.
Entrou ao colo do marido, desesperada e acompanhada da irmã e cunhado. Sentaram-se e começou a contar a história.
Estava
no trabalho quando ao atravessar uma sala rasgou o pé numa folha de
metal. Deu entrada no hospital onde foi feita uma cirurgia e ficou
internada com ataques de pânico. Quando a mandaram par o psiquiatra
decidiu sair e ir visitar-me.
Durante a anamnese informou que
tinha tido um aborto espontâneo, que a mãe tentou abortar várias vezes, e
que perdera a mãe quando tinha 13anos, entre outras coisas.
Começou
fazer as sessões em casa e nos primeiros dias teve diversos ataques de
pãnico em casa. Fez ao todo cinco sessões comigo e cerca de cinquenta
horas de terapia em casa. Foram feitos processos incluindo o medo e o
pânico na garganta, coração, testa, limpeza da área pré-natal, etc.
Ao
fim de quatro semanas recomeçou a trabalhar noutro local diferente e
segundo o seu último testemunho esta situação que viveu mudou a sua vida
por completo.
Escrevo estas linhas para partilhar um acontecimento raro que presenciei esta semana na minha sala de atendimento.
Sou
terapeuta há muitos anos mas nunca tinha assistido ao vivo ao fenómeno
que vou descrever e que além da sua singularidade teve também uma
tamanha intensidade que apenas me recordo de ter visto descrita em
discursos de pessoas que alcançaram a iluminação.
Como se não
chegásse tudo o que acabo de comentar ele deu-se ao fim de menos de 3
minutos de terapia na primeira sessão do cliente. Já tinha assistido a
eventos semelhantes mas, ao fim de algumas sessões e menos intensos.
Na
segunda-feira fui receber a filha da MH para fazer a sua sessão, como
sempre fiz anteriormente. Junto com ela estava a sua mãe. Inicialmente
pensei que a mãe teria vindo para a acompanhar e neste caso iria esperar
pela sessão da filha para depois se irem embora. Meio de surpresa a
filha disse-me: hoje quem vai fazer a terapia é a minha mãe! Não foi
uma total surpresa porque a filha já me tinha dito no final do ano
passado que a mãe iria vir fazer terapia no início deste ano.
Entraram
as duas e a filha repetiu-me que a mãe iria ficar ali para iniciar a
sua terapia. Pedi-lhe para se retirar e fiquei a MH para iniciar a
sessão.
Como quase sempre faço pedi à cliente para me falar um
pouco dos motivos da sua visita. Habitualmente na primeira sessão escuto
os motivos e as queixas, descrevo um pouco do trabalho e, analiso em
conjunto com o cliente as possíveis causas que podem estar por detrás da
problemática que ele apresenta.
Quando acabo de pedir à cliente
para me descrever as suas razões, ela começa a falar num tom de voz alto
e acelerado contando-me a história da vida dela quase desde a fase de
espermatozóide até breves momentos antes de ter entrado na sala. Teria
dado um bom argumento e título para filme do género " a vida completa de
MH em 50 minutos "
Falou, falou, falou, descarregou,
descarregou, eu apenas ia assentindo e mostrando interesse no que ela ia
falando, até que consegui falar alguma coisa dizendo: Muito bem,
escutei tudo o que tinha para me dizer com a maior atenção, vamos dar
início ao processo. Cortei algumas etapas do procedimento habitual de
explicação de certos detalhes relacionados com a sessão e ainda disse:
assim a senhora já pode ir trabalhando em casa durante a semana,
adiantando a terapia nalguns dias.
De seguida disse: reparei que a
senhora falou de muita angústia, desespero, ...... então preparei uma
lista para começarmos a trabalhar estes aspetos. Eu vou dar uma frase
para a senhora repetir mentalmente e a cada dois minutos eu vou dar uma
nova frase e assim prosseguimos durante cerca de vinte minutos. Sempre
que quiser pode comunicar comigo, caso contrário continuaremos até ao
fim, após o qual poderemos falar o que houver para falar. O aspeto
principal no final e que a sessão só deverá terminar num momento em que
a senhora se esteja a sentir bem. Tem algum questionamento a fazer
antes de começar a sessão? - Não respondeu a D. MH.
Muito bem , então começo de sessão!
Vai repetir: MH recorda angústia.
Passados dois minutos disse-lhe: Obrigado, fiz uma pausa e disse-lhe: MH recorda desespero.
Passaram
20 segundos, os olhos dela abriram-se de tal forma que deixavam sair
dela uma luz que quase iluminava a sala toda, tal pareciam dois
holofotes enormes. Em simultâneo, o rosto parece ter aumentado de
tamanho e mudou de cor, ficando bem claro e literalmente iluminado!!!!!
Ela fica naquele estado de extase e ao fim de alguns instantes começa,
que nem bebé, a rir à gargalhada, sem motivo, apenas gargalhando e
gargalhando, num ou outro momento pareceu-me um pouco constrangida pela
estranheza da situação e aí eu procurei não a confrontar muito com os
olhos ou quando confrontava, mostrava assentimento e compreensão pelo
que estava a acontecer, permanecendo no entanto, sempre em silêncio,
respeitando o que estava a acontecer.
Ao fim de mais de 10
minutos ela começou a parar as gargalhadas e aí eu questionei: quer-me
falar alguma coisa sobre o que está a acontecer?
Sabe, disse ela,
eu já não me lembrava que era assim...... tanto desepero, tristeza,
angústia que eu já não me lembrava de mim ....eu estava desesperada....
triste.... ma seu não era, eu não sou assim.....
Agradeci as suas palavras e dei o fim de sessão. Recomeçou a gargalhar, despedimo-nos até à próxima sessão.
Este acontecimento tal como todos os documentados neste site É VERDADEIRO!
Este
aliás é o principal ou um dos principais objetivos do trabalho que
desenvolvo com os meus clientes, a iluminação, a auto-consciência, quem
eu sou por detrás de todas as máscaras, aparências, etc.
Após fazer a 6° sessão com o Fernando, em casa
iniciei o exercício para recordar o sintoma da TRICOTILOMANIA - mania de
arrancar cabelo (que já se manifesta a mais de 20 anos). Tive a
visualização de algumas imagens (de olhos fechados) onde foram se
intensificando e transformando-se numa sequência, numa viagem muito
rápida, via aérea, por um meio de transporte desconhecido, muito veloz e
de tecnologia muito evoluida e desconhecida. Sentia meus cabelos
esvoaçarem. Na viagem vi a superficie poucas vezes, em sua maioria
apenas o espaço celeste e névoa azulada. Ao chegarmos no destino, o
local parecia com as construções da antiga civilização egípcia. Fui
levada a um local onde arrancaram todo o meu cabelo, por exigência do
ritual. O "belo" era a virgem "careca" para servir ao deus/rei. Após concluir o exercício (a viagem) soube de onde veio o sintoma da TRICOTILOMANIA. Hoje, depois de 11 dias desta sessão, o sintoma não mais voltou a aparecer. Simplesmente desapareceu! Vitória!! Cleci
Tenho que partilhar esta experiência e resultados com todos os que acreditam que há sempre uma esperança. O
meu irmão é casado e têm duas filhas, no seu percurso de vida foi
encontrando uma forma de estar pouco normal tornou-se dependente de
bebidas alcoolicas diáriamente.O seu casamento e a relação com as filhas
estava insustentável, ele não aceitava a ajuda de familiares nem dos
amigos nem assumia a sua dependência. Como irmã sentia-me
frustrada de não o conseguir ajudar, mesmo não sabendo muito bem o que
fazer e assim assistia á sua total decadência. Através de
umas pessoas soube da existência dos programas de Auto-Reconstrução
Consciente e resolvi saber se havia alguma solução para o problema do
meu irmão. Contactei o Fernando e expús o problema ao qual ele me disse
que só ia conseguir obter resultados a partir do 3º ou 6º mês
tratando-se de uma dependência e o meu irmão não colaborar. O Fernando
deu-me um programa direccionado para este problema o qual fazia e faço
diáriamente. Mas para minha felicidade e de todos os que o rodeiam os
programas surtiram o seu efeito muito antes do esperado e passado 1 mês o
meu irmão estava outra pessoa assumiu a sua dependência aceitando a
nossa ajuda. Neste momento já fez uma desintoxicação e eu continuo a
fazer os programas. A vida dele está com outra prespectiva
ganhando a alegria e o interesse pôr continuar da melhor forma o seu
percurso sempre contando com o carinho dos familiares e amigos. OBRIGADO, Fernando sem a sua ajuda não estava a conseguir alcançar o que quer que fosse em relação a esta situação. ESTOU MUITO FELIZ.
Fui assistir a uma palestra que o
Fernando fez sobre a Auto-reconstrução Consciente e abordei-o sobre uma
experiência que tinha tido com um terapeuta que utilizava hipnose. No
ponto de vista dele embora respeitasse essa técnica, não concordava com
ela, pois o que se tratava era de sair de uma forma de hipnose e não
entrar. Após esse esclarecimento, ele recomendou-me a falar com o referido terapeuta sobre o incidente que tinha ocorrido entre nós. Falei e depois disso contatei o Fernando de novo para iniciar uma terapia. Tinha esclarecido o assunto com o meu anterior terapeuta, tendo inclusive contribuído com esses comentários para a sua evolução. Na
primeira sessão queixei-me que estava à beira do divórcio, a situação
em casa estava insustentável, o meu marido bebia já há mais de vinte
anos e não sabia o que fazer mais. Por um lado queria separar-me em
função da vida que estava a ter, mas por outro lado gostaria de ajudar o
meu marido na situação em que ele se encontrava. O meu marido já
tinha tentado no passado, por algumas vezes, abandonar o álcool, mas sem
resultados. Ao fim de algum tempo voltava a beber. Entretanto
refugiava-se em casa, sem comunicar com o exterior e sem conduzir a vida
para a frente. O Fernando propôs-me que aguardasse mais um tempo
antes de tomar a decisão definitiva de me separar. Disse-me ainda que
provavelmente daí por um tempo iria ter uma surpresa, pois não sabia o
homem que tinha dentro de casa. Nem o meu próprio marido sabia ... Começamos
a fazer algum trabalho individual e a alcançar alguns resultados quando
o meu marido disse que queria visitar o Fernando. Foi lá e quando
chegou a casa disse-me que havia possibilidade de resolução da questão
num período que poderia variar de 3 a 6 meses, e que o primeiro grande
objetivo seria sair da dependência. Para isso teria de fazer um trabalho diário de no mínimo 1 hora durante esse período de tempo. A
verdadeira cura teria que passar sempre pela possibilidade de estar na
presença de álcool e poder decidir beber ou não, sem qualquer receio de
recaída. No dia seguinte disse-me que tinha gostado muito da
consulta e achava que era possível resolver a questão. Tinha apenas uma
questão e que por isso não iria fazer o programa. Três a seis meses era
muito tempo para ele! Fiquei desiludida com a decisão do meu marido,
pensando de novo na idéia do divórcio. Pensei porém que afinal os três a
seis meses iriam passar e ele iria continuar na mesma ou até piorar. Falei
tudo isto para o Fernando que me propôs uma solução que eu não
esperava, eu mesma podia fazer o programa para o meu marido. Ainda o
questionei se seria capaz, como seria, etc. Ele esclareceu as minhas
dúvidas e disse-me que seria ainda mais fácil do que fazer esse trabalho
com ele mesmo. Teria apenas que haver um compromisso sério da minha
parte durante todo o período do programa, relativamente às sessões e à
sua duração no mínimo uma hora diária. Disse-me ainda que iria
passar alguns maus bocados ao fazer as sessões, provavelmente sentindo
muitas das coisas que o meu marido sentia e que eu nem imaginava. Teria que ser bem determinada e persistente para alcançar o objetivo proposto. Ia
ajudar primeiro o meu marido, até porque tenho dois filhos ainda novos e
não se queria precipitar, dando um mau exemplo aos filhos. Começamos as sessões nesse dia e no final da sessão recebi o programa para ir fazendo em casa até à próxima sessão. Iniciamos
o programa descondicionando o álcool no sangue, cheiro do álcool, etc.
Foram sessões horríveis para mim, pois sentia todo aquele cheiro e mal
estar que o meu marido sentia. Depois de algumas semanas de prática
diária, fazendo nalguns desses dias mais de duas horas de sessão e da
sessão semanal com o Fernando, comecei a notar algumas mudanças de
atitude da parte do meu marido. Começamos a modificar o plano das sessões trabalhando também as emoções. Fizemos uma sessão relacionada com o nascimento. Nas sessões presenciais fazíamos outro tipo de abordagens mais difíceis de fazer sozinha. Fizemos
bastante trabalho relacionado com os pré-natais do marido e com o seu
relacionamento com o pai. Uma sessão foi ocupada também com a morte do
pai ocorrida uns anos antes. O meu marido ia mudando a cada dia que passava. Fomos adaptando as sessões em função de algumas observações e sensações que tinha no dia a dia com ele. Muitas
pessoas à nossa volta começaram a notar as diferenças de atitude do meu
marido e a questionar-me sobre o que estava a acontecer. Eu tinha acordado com o Fernando não falar com ninguém sobre o processo e assim me mantive fiel ao compromisso estabelecido. Fomos
insistindo nalgumas emoções e na relação com o pai até que um dia ao
fim de 23 sessões ele estava muito bem, não tinha bebido na semana
anterior, tinha começado a falar com muitas pessoas com quem não falava
antes e estava a levar o dia a dia de uma forma diferente, enfrentando
os obstáculos e resolvendo as situações. A relação com os filhos também tinha melhorado bastante. Alguns destes aspectos tinham começado a mudar pouco e pouco ao longo de todas aquelas semanas. Nesses dias deu-se um acontecimento estranho que me fez quase desistir de tudo. Tinha todavia adquirido muita confiança com a terapia além de confiar totalmente nas palavras do Fernando. O
meu marido fez uma cena pública de quase agressão, já num estado de
alcoolemia avançado. Desanimei, considerei um retrocesso e estive a
ponto de parar. Fizemos uma sessão sobre o acontecimento para o resolver. Fizemos depois disso mais uma ou duas sessões para trabalhar algumas situações específicas. Trabalhamos a relação do meu marido com alguns antigos companheiros de bebida e de novo o relacionamento com o pai. O
pai tinha-lhe dito uma frase na infância que o marcou muito e que ele
repetia frequentemente. Essa frase era Tu és um burro. O meu marido
entretanto também já repetia as mesmas palavras ao filho quando ele não
fazia alguma coisa que deveria fazer. Depois de mais três sessões
terminamos a terapia. O meu marido não voltou a beber e estava cada vez
melhor, pessoalmente, na relação comigo, filhos, familiares e amigos. Hoje é ele mesmo, alegre, feliz e tudo isto devido à ARC, sem saber que fez terapia ... Também eu estou muito feliz com isso.
A minha filha
adotiva, com 14 anos, apresentava desde há um ano, alguns sintomas
preocupantes como infecção nos ovários, ausência de menstruação
(amenorréia primária), dores de cabeça constante, dores nos joelhos,
cravos, espinhos no rosto (acne), irritabilidade, anorexia, desmaios e
vômitos entre outros. Perdida, sem saber o que fazer, ouvi falar na PTI e marquei uma sessão para mim e outra para a minha filha. Começamos
a terapia há cerca de dois meses. Eu resolvi grande parte das questões
que me levaram lá e, entretanto minha filha foi melhorando o seu
comportamento dentro de casa, estando bem mais afável e disposta a
colaborar nas tarefas. Ela estava a tratar a questão dos desmaios
quando ficou gripada e não pode ir a sessão marcada para terça-feira e
esta foi adiada para quinta-feira da mesma semana. Eu fui fazer a minha
sessão normalmente na quarta-feira e o Fernando falou-me na
possibilidade de fazer umas sessões em relação a minha filha para
acelerar o processo. Acedi e de imediato começamos. A sessão demorou
talvez uma meia hora e no final estava abismada e incrédula com o que
tinha acabado de passar. Durante a sessão pude ver e sentir o que
minha filha havia passado durante a gestação. A mãe biológica, durante a
gravidez, batia violentamente na barriga e como tinha um grande desejo
que a filha morresse, não se alimentava para assim contribuir para a
morte da criança. Senti as dores que a criança havia sentido. Eu, que
não conheço a mãe biológica dela, posso agora facilmente identificá-la
se a encontrar na rua. Saí da sessão na expectativa de ver o que
iria suceder depois, levando o programa para continuar a fazer as
sessões durante a semana. Nesse dia não falei nada com minha filha sobre o sucedido. Ela
foi na quinta-feira fazer a sessão dela dentro do que estava a
resolver, os desmaios, relatando que na quarta-feira de manhã havia
passado mal e desmaiado na escola. Quando chegou a casa contou-me o
que tinha acontecido na sessão e aí lembrei-me de lhe perguntar a que
horas se tinha dado esse desmaio. Depois de confirmar as horas
verifiquei que ela tinha desmaiado exatamente na hora em que tinha
estado a fazer a sessão. Falei com ela sobre o que me tinha acontecido
na sessão. No outro dia ela acordou bem feliz e contente o que eu estranhei, mas não liguei. No
sábado estive com o Fernando a quem contei o que tinha acontecido e
ficamos de aguardar mais uns dias, tendo ele recomendado que continuasse
com o mesmo programa. Na próxima terça-feira ela voltou à sessão e
foi onde o Fernando ficou espantado ao ver o rosto dela completamente
limpo e com as mudanças que haviam ocorrido segundo o próprio relato
dela. A menstruação havia voltado depois de quase 7 meses, a infecção
dos ovários tinha desaparecido, as dores de cabeça crônica tinham
desaparecido, desmaios e vômitos também, podia jogar bola e correr
livremente sem sentir dores, havia ganhado 2 kilos e estava a dormir
bem. Comentou ainda que algumas pessoas na escola a achavam diferente.
Entretanto eu já tinha observado que a pele do seu rosto estava
completamente limpa, e que tinha começado a comer, inclusive saladas, o
que nunca tinha comido antes. Estava amigável em relação aos irmãos
(abraçando-os) e a um amigo que reside conosco. Falou-me ainda que tinha
encontrado uma moça na rua, idêntica a ela, que ela julga ser sua irmã
gêmea, acompanhada de uma senhora com cabelos loiros, que pela minha
descrição, acredita poder ser a sua mãe biológica. Essa senhora ficou
espantada ao olhar para ela, mas seguiu o seu caminho sem ter havido
diálogo. Estou feliz pela transformação que se deu na vida da minha filha com esta maravilhosa terapia da PTI.
Desde o inicio de meu namoro a cerca de 12 anos,
eu sentia uma certa dificuldade em conversar com minha cunhada, ela
sempre foi muito insegura, mas impositora, o que me causava um certo
desconforto em defender minhas idéias, cheguei ao ponto de conversar com
ela e questionar porque não tínhamos liberdade de diálogo, não tinha
leveza, sentia sempre uma pressão como se em uma disputa de poder, ela
estava sempre armada para todas as minhas colocações e com o passar dos
anos eu passei a ficar na defensiva. Em abril de 2000 fiz um tratamento
com shiatsu, que aliviou a relação. Tive mais liberdade, porém o
problema continuava a existir. Em 2008 conheci a terapia da
Auto-Reconstrução consciente, foi incrível o resultado.
Na primeira sessão fiz uma regressão de memória para localizar os
momentos desagradáveis, e ao final o Fernando pediu que eu observasse o
sentimento que surgiria ao reencontrá-la. Foi surpreendente. Tive
pânico. Não conseguia permanecer no mesmo ambiente que ela. Era uma
espécie de repulsa. Na segunda sessão cheguei a
dizer que a situação piorou. Como poderia conviver com uma pessoa se
agora tinha pânico em vê-la. Então o Fernando explicou que faz parte e
normal que tenhamos uma reação de desconforto, quando não percebemos em
que situação estamos vivendo, mas quando visualizamos sentimos a
necessidade de mudar, ou seja, eu não podia agir diferente. Eu agia
conforme meu sentimento e que ao curá-lo a mesma situação seria vivida
de modo diferente, e foi o suficiente para que pudesse ter uma perfeita
cura. Hoje nos visitamos e somos confidentes. O relacionamento com ela é
tudo que eu sempre tentei buscar, mas não conseguia sozinha. Que bom
que temos pessoas competentes que nos auxiliam a sermos melhor e ver os
outros melhor. Teresa
Fazendo limpeza na despensa da casa da minha
patroa, um pedaço de ferro entrou no pé da unha do dedo médio da mão
esquerda. Começou a inflamar e doía muito. Não sarava. Passado uns
tempos, fui tirar uma travessa de carne do forno quando queimei, de
forma profunda, o mesmo dedo no mesmo lugar e então a coisa ficou bem
pior. Não agüentava mais. Já havia passado um ano naquela situação. Fui
ao médico pra ver o que era possível fazer. Foi marcada uma cirurgia
para tirar a unha, já que do jeito que estava dificilmente sararia.
Falei com minha patroa e ela disse: Por que você não fala com o Fernando
pra ver o que ele diz. Falei com ele e ele me passou alguns processos
pra que eu fizesse diariamente. Passei a fazê-los conforme a orientação
dele e inflamou mais ainda, mas não desisti. Na verdade era a eliminação
de alguma coisa que impedia que sarasse. Logo, logo inverteu-se o
quadro e começou a sarar e em poucos dias já estava totalmente curada.
Estou de unha nova e claro, não fiz a cirurgia. Maria Aparecida
Venho por meio manifestar os resultados
positivos que obtive em relacao ao cansaco fisico e ao excesso de sono,
ou seja, por mais que eu dormisse ou descansasse 8h continuas, tinha a
sensacao de acordar e permanecer o dia todo cansada e com sono, assim
como muito desgaste fisico, o que me impedia de executar funcões
profissionais com eficiência, entre outras. Após ter realizado
algumas sessões, hoje durmo em média 6 a 7 hs por dia, que são
suficientes para manter-me disposta durante todo o dia. Míria
Desde muito tempo (mais ou menos 20 anos) vinha
tendo perda de energia física. Acontecia da seguinte forma: no mesmo
instante em que eu estava bem eu perdia toda a energia física e não
conseguia fazer mais nada. Tudo se tornava pesado. Tinha dificuldade de
assumir compromissos, pois nunca sabia se poderia cumprí-los. Não podia
confiar em mim no quesito energia física. A vida foi se tornando um
pesadelo. Não encontrava saída pra buscar ajuda, pois não havia dor e
nenhum outro sintoma no corpo além da falta de energia. Eu vivia em dois
mundos: um com grande energia e cheia de vida e outro de repente não
conseguia fazer nada. Todos os dias em algum momento eu perdia
totalmente a energia. Sentia vergonha, pois assumia algo cheia de vida e
de repente estava totalmente desmotivada. O problema mais grave é que
eu não tinha consciência da gravidade da situação. Conheci o Fernando em
2006 e começamos a fazer sessões para outras questões e percebi que os
resultados eram imediatos e perceptíveis. Com o tempo, fui tomando
consciência, juntamente com ele, da gravidade do problema. Começamos
então a trabalhar diretamente nesta questão. Foram mais ou menos 4 meses
de trabalho diário e muito sofrimento, pois eu me sentia cada vez pior.
A pressão no peito e na cabeça eram grandes demais e cheguei ao ponto
de pensar que tinha um tumor na cabeça e por alguns dias tomei 2
comprimidos de lexotan pra poder dormir, tamanha era a minha agitação
interior, mas o Fernando continuava dizendo que estávamos no caminho
certo. Esta piora era sinal que estava mexendo na coisa certa. Precisava
piorar pra depois melhorar. Fui confiando, já que também não tinha
outra saída naquele momento. Confesso que pensei que não tinha mais
solução. Até que no dia 15 de maio de 2008 foi o grande dia. O dia do
milagre. A sessão durou 2 horas e 30 minutos. Tratava-se de um grande
sentimento de culpa. Fiquei 3 dias sentindo a minha cabeça vazia como se
não tivesse cérebro e me sentia como se estivesse andando no ar, mas
daquele momento em diante, fisicamente me encontro perfeitamente bem.
Quero dizer também que durante todo o processo estive em oração diária
pedindo a Deus a cura. Deus, juntamente com o trabalho do Fernando
propiciaram a minha cura. Sou muito grata. Ivete
Bem, quando procurei ajuda, entre outros relatei
o hipotireoidismo, controlado por medicamento. Fernando relatou que provávelmente em
breve nao precisaria mais do medicamento, de imediato nao acreditei, mas
3 meses depois, nao apresentando mais os sintomas, parei com o
medicamento durante 40 dias e refiz aos exaes de TSH, T3 e T4, que para
minha agradável surpresa, apresentaram-se normais, agora por orientaçao
médica devo reduzir o medicamento aos poucos e controlar com os exames
de TSH, de forma que nao precise mais usar o medicamento. Míria
Meu nome é Tereza Garbin, sou professora de
Língua Portuguesa, Especialista em Educação de Jovens e Adultos e
Supervisão, Orientaçãoe Administração Escolar, PDE em Gestão
Escolar.Tenho dois livros publicados.Nos últimos anos, tive muitos
problemas de saúde, passei por 12 cirurgias.Conheci o Fernando por
intermédio da minha amiga Edila que ,também ajudou-me muito.Faço
Terapias há quatro meses.Melhorei muito,curei-me de um esporão no ombro
direito.Estava prestes a fazer mais uma cirurgia.Não tenho mais dores no
corpo.Continuo fazendo terapia e tenho certeza que cada dia estarei
melhor.Graças ao Fernando,pessoa maravilhosa que é ,realmente,um
escolhido de Deus para ajudar as pessoas.
É difícil
de acreditar, mas por muitos anos, mesmo estando neste mundo material,
eu estava num sono profundo. Eu vivia no passado e por causa disto
adoeci seriamente. Tive transtornos mentais, fui internada numa clínica
psquiátrica e estava em sofrimendo agonizante. O diagnóstico médico, F
33, Cid 10, ou seja, transtorno de depressão grave e ansiedade
generalizada recorrentes. Foi quando comecei a fazer a Terapia de
Auto Reconstrução Consciente, com a ajuda desta pessoa iluminada,
Fernando. Cheguei na Clínica, sem nenhuma expectativa, atendendo a um
pedido da minha família. Foi um tratamento doloroso, pois da forma
que eu estava, não acreditava em mais nada e via um futuro obscuro,
apesar de ter dois filhos, marido, profissão, pai e mae....Afinal, a
vida estava em dia, por assim dizer, mas eu vivia no plano astral, era
pura emoção e tinha vários problemas emocionais e tomava muitos
remédios. Neste ínterim, tive problemas no trabalho, sofri
perseguições, minha vida financeira ficou deteriorada, já nao tinha
noção em que eu era e o que eu fazia neste mundo. Nas terapias,
descobri que estava vivendo de emoçoes do passado, aliás, um passado bem
longínquo... De pessoas que sofreram muito e precisavam se apegar a
algo... Eu fui o canal e minhas energias se esvaíram. Hoje estou em
pé ou de pé. Estou trabalhando e consigo ver as pessoas realmente como
elas são. Nao digo que é fácil, o sofrimento nao se dissipou, mas a dor
deixou de ser tão intensa. Continuo fazendo o tratamento com o
psquiatra, tomando uma dose aceitável de remédios. Percebo que a
mente humana, a fé em Deus, a espiritualidade e as emoçoes, bem como o
alto grau de sensibilidade, podem ser favoráveis a nós mesmos. Eu sou a
prova viva disto. Depois de estar disposta a deixar este mundo, de
tentativa de suicídio, de ficar praticamente um ano na cama, sem força
para viver, sequer para abrir a janela e ver a luz do dia, eu estou
viva. Hoje consigo sentar e assistir a um filme, dormir uma noite
inteira.Antes, eu vagava pela casa e a vontade que eu tinha era de me
atirar pela janela, entre outros episódios de sofrimento. Acredito
que continuar vivendo não será fácil, mas é possível extrair boas
emoçoes e alegria de pequenas coisas e deixar de colocar expectativas no
outro e no mundo. Temos o poder de sermos felizes com o que temos.
Ainda sofro com as injustiças humanas, reajo quando sou vítima delas,
mas não deixo que isto tudo me mate. Antes, a cada frustração, eu me
dopava com remedios para dormir, nao queria sentir a dor, porque como
dizia Renato Russo, toda dor vem do desejo de nao sentir dor.... A
ARC é uma forma de nos conhecermos e de nos reconhecermos no mundo, de
procurarmos cura para alguns males da alma e da mente, porque a doença
dá em seres humanos e nao é só o corpo que adoece, a mente fica doente e
nos aleija, nos tira o chão. Eu fui ao fundo do poço, fiquei meses sem
olhar no espelho, perdi a auto-estima e a dignidade de existir. Hoje
tenho esperança, nao sei bem que rumo a minha vida vai seguir, mas
tenho grande fé em Deus, e sei que há um plano para a minha vida. Estou
me reconstruindo de todos os lados: os afetos que perdi, a vida
financeira , a profissão. Afinal, antes de adoecer, eu estudei bastante,
fiz faculdade, especializaçoes, mestrado... Tudo ficou estagnado com a
minha doença. Hoje tenho um desejo grande de ajudar pessoas e tenho amor
pelos seres humanos, sei que nao sou perfeita, que os seres humanos
também nao o são. Mas a meu trunfo diante de tudo isso é que eu, mesmo
quando estava no fundo do poço, tinha consiência de que eu estava
doente, numa depressão grave e profunda, num sono, num torpor
agonizante, que somente os que algumas pessoas têm a noção do que é a
dor intensa da alma, a vontade de desistir da vida.....Vou em frente, às
v ezes fico triste, fico angustiada, mas oro, peço a Deus, mentalizo
coisas boas, profetizo, penso em bons exemplos, como Jesus Cristo,
grande mestre. O Fernando é uma pessoa que veio ao mundo para ajudar
e creio que ele fará a sua parte com a luz do Grande Deus. As energias
precisam estar equilibradas, nos precisamos estar conscientes de tudo
que nos prejudica e aflige. Teria muito mais a dizer, mas as palavras me
faltam no momento. O que tenho a dizer é isto, é preciso acreditar que
existe uma saída, mesmo quando estamos na nave da solidão, perdidos no
Universo, e sem ninguém para nos dizer para onde seguir....
Estou casada há 25 anos e tenho 2 filhos de 10 e
12 anos. Meu marido é uma pessoa maravilhosa, companheiro, amigo,
amoroso, pai adorável, mas em contra-partida, desprovido de tolerância e
paciência. O "acúmulo" de total intolerância foi fazendo de nossas
vidas um verdadeiro "inferno". Sair de casa para um simples jantar, dar
um passeio, eram motivos para voltarmos sem nos falar, nossos filhos
tristes e chateados... Férias, mil planos, praia.... e um inferno. Na
volta vínhamos frustrados, pois a alegria da saida tinha se tornado um
pesadelo. Eu sempre fui uma pessoa alegre, divertida e com muitos
amigos. Fui me tornando uma pessoa amarga e triste e quando me dei conta
estava passando esta tristeza para o que eu tinha de mais precioso na
vida: meus filhos! Pensei em me separar várias vezes e foi quando que
quase no fundo do poço surgiu a terapia de Auto-Reconstrução Consciente,
ministrada pelo terapeuta Fernando. Fiz a primeira terapia e segui os
processos por ele orientado e em uma semana obtive pequenos resultados,
mas que para mim tinham uma dimensão "oceânica", pois eram mais de 2
décadas esperando algo acontecer. Continuei a fazer os processos e com
menos de um mês estava de marido novo, vida nova. A alegria voltou em
nossa casa. Eu maravilhada, nossos filhos encantados com a fada madrinha
que havia passado em nossas vidas. Hoje durmo e acordo sorrindo e faço
sessões de terapia para outras pessoas que amo, pois amor e paz de
espírito é o mais sublime dos legados. Ana Maria
Estava prestes a me separar do meu marido. Em
casa só havia brigas. Ninguém se entendia mais, inclusive com os filhos.
Vivíamos culpando um ao outro pela situação. Ninguém mais cedia. Não
havia paz. Eu não sabia pra onde caminhar. Estava perdida. Tudo o que
buscava pra resolver a situação não adiantava. Queria a separação, mas
no meu íntimo sabia que esta não era a solução. Meu marido não aceitava a
separação. Comecei pedindo a Deus um caminho. Confiava em Deus. E sei
que Ele me mostrou a luz do fim do túnel, aquela luz que eu já não
enxergava mais quando a Ivonete, minha professora me falou do trabalho
do Fernando. Participei então de uma palestra dele e achei que valia a
pena fazer o trabalho, pois ele me inspirou grande confiança. Sob a
orientação dele comecei então a fazer os processos. Comecei a perceber
os resultados imediatamente. Fiquei mais tranqüila. Não sentia mais
tristeza e nem vontade de morrer. Aos poucos começamos nos entender
melhor. Os filhos, que antes não falavam conosco agora nos procuravam
pra conversar. Melhorou e muito a relação dos filhos também com o pai.
Até as pessoas de fora começaram a questionar, pois percebiam que todos
nós estávamos mais tranqüilos e serenos. Percebiam a diferença. Um dos
problemas da nossa relação era a minha forte ligação que eu ainda tinha
com minha mãe. Eu preferia minha mãe ao meu esposo e isto fazia com que
ele sentia-se excluído da minha vida. Eu não tinha consciência disto.
Trabalhei também esta relação com minha mãe. Antes falava com ela
diariamente, agora passam-se até 15 dias sem falar com ela e fico bem
com isto. Hoje prefiro estar em casa com a família do que sair o que
antes era o contrário. Sinto muita paz no meu lar. Nem me passa pela
minha cabeça a separação. Graças a Deus e ao trabalho do Fernando hoje
posso dizer que vivo realmente a vida em família. Clara – 40 anos (hoje me sinto bem mais jovem)
Faz aproximadamente 18 anos
estava eu em casa entrando no quarto quando meu filho deitado na posição
ventral, começa a levantar os braços, as pernas e a cabeça, em
movimentos cíclicos com um intervalo regular, por uns minutos. Olhei e
pensei que teria que o levar de imediato aos serviços de urgência de um
hospital. Dito e feito levei-o a um hospital. A médica de serviço era
muito experiente. Pediu-me para o deixar internado e para ficar perto
até ele voltar a manifestar os mesmos sintomas que eu tinha referido.
Passadas perto de duas horas eis que ele começa com as convulsões.
Chamei a médica que observou os sintomas e me disse que teria que ser
feito um exame para confirmar o diagnóstico. Como o hospital não
disponibilizava esse exame no final de semana e era sábado, tive que
esperar até segunda para fazer esse tal exame que era um
electoencefalograma..... só em Portugal mesmo.....dois dias à espera com
um filho fazendo convulsões..... Segunda-feira finalmente foi feito o
exame que comprovou a hipsarritmia, uma das características
determinantes para confirmar o Sindrome de West. Aí o meu filho foi
internado no novo hospital e começou o tratamento com cortisona.....sem
qualquer suplementação. Nessa altura foi-me dito que não havia nada a
fazer!!!! Vou-me abster de comentar o que falei com a equipa médica. Para
abreviar a história consultei toda a informação possível e resolvi de
acordo com um médico naturista dar-lhe uns suplementos vitamínicos etc
para compensar os efeitos secundários do tratamento com cortisona, não
autorizados pela equipa médica do hospital. Estes suplementos foram
dados na casa de banho do hospital três vezes ao dia. Paralelamente
decidi começar a fazer uma terapia, que havia estudado e já utilizava no
meu atendimento, com o meu filho, de forma a trazer a atenção dele para
o ambiente, para o momento presente - uma das características desta
doença era a ausência de consciência do presente - o pasmo. Utilizei
essa técnica três vezes ao dia e ao fim do terceiro dia de técnicas
combinadas os sintomas desaparaceram até hoje, tendo o meu filho deixado
o hospital!!!!! O resto da história no relacionamento com o hospital
prefiro nem comentar. Posteriormente fiquei ainda mais chocado com a
atitude de mais de quarenta pais que contactei pela internet
pertencentes a grupos de ajuda e que ,não manifestaram qualquer
interesse em saber o que tinha acontecido. Apenas lhes interessava a
compreensão do seu problema, uma vez que não havia solução pois as
autoridades da saúde diziam que nada havia a fazer. Enfim uma situação
que ainda prevalece nos dias de hoje.
Me separei do meu primeiro marido quando minhas 2
filhas estavam na adolescência. No primeiro ano e meio de separação
elas viveram com o pai. A partir de então vieram viver comigo numa
cidade maior e diferente do que estavam acostumadas. Em resumo, a nossa
vida virou um inferno. Até ai tínhamos uma boa relação ou pelo menos eu
achava e a partir de então não nos entendíamos mais. Cheguei ao ponto de
pensar em colocá-las numa pensão e me ver livre daquela situação. Mas
dentro de mim sabia que não era a solução. Coincidentemente conheci o
Fernando nesta época. Comecei a trabalhar telepaticamente, sob a
orientação dele, com a minha filha com a qual tinha problema maior. Fiz a
primeira sessão a noite. Qual foi minha surpresa no dia a seguir ela
estava mais calma e até conseguimos conversar normalmente e
harmoniosamente. Isto somente com uma sessão. Continuamos a trabalhar
até sentir que realmente estávamos em harmonia. A partir disso, vivemos
realmente em paz. Temos divergência de idéias, mas sempre de forma
harmoniosa. Hoje, passado mais de 2 anos continuamos em harmonia.
Obrigada. Ivete
Desde criança tive o intestino preso. Só fazia
as necessidades mediante processos artificiais, nunca espontaneamente.
Isso é terrível. Fora de casa, nem pensar. Quando viajava sempre tomava
laxante diariamente. Sabia que isto era prejudicial, mas era a saída que
eu encontrava. Comecei a trabalhar com o Fernando. Ele dizia que o
intestino prende quando há bloqueios já que este órgão representa a
eliminação. Então, se guardamos algo o intestino fica preso. Faz 3 anos
que fiz este trabalho com o Fernando. A partir disso meu intestino
funciona religiosamente e diariamente. Neste caso foram poucas as
sessões necessárias. Obrigada. Ivete
Lamentablemente, no sé
escribir en portugués, pero creo que se entiende bien el español, en
cualquier caso, Fernando os puede traducir si alguna palabra no se
entiende. Bueno, hace unos meses, a mi mujer con 38 años le
detectaron un cáncer de mama. Era un cáncer multinodal, con un tumor
principal de 25mm y 4 tumores más pequeños. Inicialmente esto nos asustó
mucho, máxime, cuando la madre de mi mujer falleció a los 52 años por
esta enfermedad. Yo conozco a Fernando desde hace años, en los que me
ayudó en otros temas, así que le expliqué lo que ocurría.
Inmediatamente, empezamos con las sesiones indicadas por Fernando con
los comandos adecuados, y por supuesto, manteniendo un espiritu libre de
miedo. Paralelamente, mi mujer también iniciaba el tratamiento en el hospital, con quimioterapia. El
resultado 3 meses más tarde fue espectacular. El médico apenas podía
creer que no quedaba ni un pequeño rastro de los tumores. Otras mujeres
que iniciaron el tratamiento junto a mi mujer tuvieron reducciones del
30 al 50% del tamaño del tumor, pero solo mi mujer acabó el tratamiento
sin rastro tumoral. Todos hemos oído hablar de que remisiones
espontáneas de tumores. Yo desconozco los demás casos, pero en nuestro
caso estamos convencidos que la ayuda de Fernando fue fundamental, para
llegar a tan buen fin. Espero que esto os sirva de ayuda y ejemplo de superación. Saludos cordiales Juan
A C. tem licença (carta de condução) há alguns anos mas tinha medo de sentar ao volante e dirigir. Ficava apavorada só de pensar em sair com o carro, andar no trãnsito, estacionar, etc.. Fez
uma primeira sessão, levou o programa para casa onde fez algumas
sessões e uma semana depois quando voltou para fazer a segunda sessão
contou que tinha acabado de passar numa garagem para escolher um carro
para ela. Fez a segunda sesssão e a partir desse dia é mais uma automobilista na estrada.
Este depoimento é colocado com a autorização da cliente e por indisponibilidade da mesma para o fazer.
Começei a trabalhar com o
Sr. G. há pouco mais de um mês. O Sr. G. é um homem com algumas posses
mas a atravessar uma crise económica já há algum tempo. Veio visitar-me e
falou-me da questão, além de um problema de relacionamento com um
familiar homem.
Questionei-o sobre o relacionamento dele com a
esposa e sobre a sexualidade ao que ele me perguntou: o que é que isso
tem a ver com a minha queixa. É que a minha relação não é boa embora
aparente ser e além disso eu tenho ejaculação precoce, muita ansiedade e
sinto-me frustrado com tudo isto.
Falámos um pouco sobre a relação entre dinheiro e sexo (energia sexual) e começámos o programa.
Pedi-lhe
para repetir mentalmente: fogo e magias negras sexuais recordem entrar
no meu hara e causar ansiedade, ejaculação precoce e frustração. A mesma
frase apenas com ficarem presos, não conseguirem sair e não quererem
sair em substituição de entrar. Trabalhei uma hora com ele repetindo
cada frase dez vezes e voltando ao início.
Depois disso fiz mais três sessões.
No
final da quarta sessão ele estava à porta das instalações à espera do
filho para lhe dar carona e eu ia almoçar, ao que lhe perguntei já fora
da sala, como vão os negócios... Resposta dele: olhe sabe tinha 5
funcionários que entretanto eles mesmo se despediram e agora entraram
outros 5 novos entre os quais um que vem de mais de 2000 quilómetros de
distância para aqui para vir trabalhar comigo. Estes novos funcionários,
como pessoas, não tem nada que ver com os outros que cá estavam. São
bem melhores e responsáveis. Além disso a prática da "coisa" está bem
melhor, pelo que ele diz está normal, bem como o relacionamento que
também melhorou.
Está feliz e continua agora a trabalhar outros
aspetos da sua vida pessoal e familiar. As pessoas que o rodeiam e o
conhecem há muitos anos perguntam o que aconteceu com ele que está muito
diferente melhor.
Aproveito para desejar um Ano Novo cheio de sucesso e para o alcançar nada melhor do que umas sessões de terapia diárias.
Começei a trabalhar com o
Sr. G. há pouco mais de um mês. O Sr. G. é um homem com algumas posses
mas a atravessar uma crise económica já há algum tempo. Veio visitar-me e
falou-me da questão, além de um problema de relacionamento com um
familiar homem.
Questionei-o sobre o relacionamento dele com a
esposa e sobre a sexualidade ao que ele me perguntou: o que é que isso
tem a ver com a minha queixa. É que a minha relação não é boa embora
aparente ser e além disso eu tenho ejaculação precoce, muita ansiedade e
sinto-me frustrado com tudo isto.
Falámos um pouco sobre a relação entre dinheiro e sexo (energia sexual) e começámos o programa.
Pedi-lhe
para repetir mentalmente: fogo e magias negras sexuais recordem entrar
no meu hara e causar ansiedade, ejaculação precoce e frustração. A mesma
frase apenas com ficarem presos, não conseguirem sair e não quererem
sair em substituição de entrar. Trabalhei uma hora com ele repetindo
cada frase dez vezes e voltando ao início.
Depois disso fiz mais três sessões.
No
final da quarta sessão ele estava à porta das instalações à espera do
filho para lhe dar carona e eu ia almoçar, ao que lhe perguntei já fora
da sala, como vão os negócios... Resposta dele: olhe sabe tinha 5
funcionários que entretanto eles mesmo se despediram e agora entraram
outros 5 novos entre os quais um que vem de mais de 2000 quilómetros de
distância para aqui para vir trabalhar comigo. Estes novos funcionários,
como pessoas, não tem nada que ver com os outros que cá estavam. São
bem melhores e responsáveis. Além disso a prática da "coisa" está bem
melhor, pelo que ele diz está normal, bem como o relacionamento que
também melhorou.
Está feliz e continua agora a trabalhar outros
aspetos da sua vida pessoal e familiar. As pessoas que o rodeiam e o
conhecem há muitos anos perguntam o que aconteceu com ele que está muito
diferente melhor.
Aproveito para desejar um Ano Novo cheio de sucesso e para o alcançar nada melhor do que umas sessões de terapia diárias.
Olá, Escrevo estas linha apenas para partilhar com você uma experiência recente com um dos meus clientes.
Um
dia de visita a minha casa perguntou-me se tinha possibilidade de
encomendar ou de lhe trazer melatonina de Portugal. Disse-lhe que
poderia trazer alguma quando fosse de férias. Entretanto perguntei-lhe
porque necessitava dela e ele disse-me que já não dormia há muitos anos e
que entretanto já tinha tomado muita coisa e acabado por desistir,
porque não tinha funcionado com ele. Além disso hoje vive no sítio e só
consome produtos naturais. Queria algo de mais natural. Ficou 4 dias em
minha casa e esta conversa foi na primeira noite. Aí eu disse-lhe quando
te fores deitar podes fazer o seguinte:
Depois de te deitares
dizes a ti mesmo através do pensamento: __________recorda um momento em
que adormeces-te. Esperas um pouco no final e voltas a repetir e assim
sucessivamente.
No outro dia acordou feliz tinha dormido pela
primeira vez em muitos anos sem recurso a tomar medicamentos etc e já
nem precisava da melatonina. Disse então, hoje vou experimentar dormir
uma sesta depois do almoço, afinal agora já durmo!!!!! E não é que
dormiu mesmo! Durante as seguintes 2 noites e dias em nossa casa dormiu à
noite e fez a sesta de dia. Assim continua até hoje e já passaram quase
dois meses!!!!!!!!!!!!!!! Está feliz e sobretudo, DORMINDO quando quer
ou tem necessidade de dormir. Agora segue fazendo com exito também um outro programa para outro aspecto da sua vida.
Queria agradecer e muito a ajuda que me deram. Segui
o programa que me foi dado e como resultado a reunião correu bem: fui
calma, enfrentei as novas acusações bastante bem, bati o pé até ao fim. Claro
que não foi fácil, houve à mesma alguma discussão mas já noutro tom e
aconteceu o impensável: quando tudo parecia perdido e que teria de ir
para tribunal para receber a totalidade do dinheiro (ou me pagavam 2/3
ou nada) saí de lá com um cheque com todo o dinheiro por mim
reclamado!!!!! Muito obrigada. Vera Valente